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Dr. Eduardo Pandolfi Passos

Diretor da Clínica Segir de Reprodução Assistida;
Diretor do Centro de Reprodução Assistida do Hospital de Clínicas;
Professor do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da UFRGS;
Doutor em medicina pela Universidade Federal de São Paulo, pesquisador e orientador de pesquisas em nível de pós-graduação, com especialização em reprodução humana na Universidade de Milão, Itália;
Professor titular do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul;
Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.

Currículo completo

Drª. Isabel Cristina Amaral de Almeida

Diretora da Clínica Segir de Reprodução Assistida.
Médica formada pela UFRGS, com especialização em Ginecologia e Obstetrícia, ex-fellow da Universidade de Nova Iorque.

Clínica Segir

Situada na Rua Mostardeiro, bairro Moinhos de Vento, Porto Alegre, a Clínica SEGIR possui toda a estrutura necessária para realizar os mais diversos procedimentos na área de Reprodução Humana.

Disponibiliza avaliação de infertilidade, atendimento ginecológico e obstétrico, ecografia, ultra-sonografia, diagnóstico genético pré-natal, histeroscopia, laboratórios de sêmen e embriologia, além de assistência terapêutica a casais inférteis.

Blog

Potencialize os resultados da fertilização in vitro

A idade da mulher afeta o número e a qualidade dos óvulos disponíveis para a fertilização “in vitro” (FIV). Também no homem, a idade altera a qualidade dos espermatozoides, o que pode diminuir os resultados na reprodução assistida. Considerando que a idade não é um fator que se possa mudar, o que é possível sugerir para que os casais que estão iniciando ciclos de fertilização ” in vitro” possam melhorar seus resultados:

Quantos embriões transferir?

Em um ciclo de fertilização in vitro são utilizadas medicações que estimulam os ovários a produzir mais folículos. Consequentemente, é comum que sejam formados vários embriões. Em torno de 25% dos nascimentos de fertilização assistida são gemelares, uma taxa acima da encontrada na população em geral (uma em cada oitenta gestações).

Adiando a maternidade

Adiar a maternidade não é mais um problema. Com a introdução da pílula anticoncepcional, no início da década de 60, a mulher passou a controlar o processo reprodutivo. As mulheres passaram a buscar independência e reconhecimento profissional, quebrando paradigmas e evidenciando que ter filhos não é sinônimo de felicidade.