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Será que você está grávida?


Entre os sintomas de começo de gravidez estão enjôos e vômitos que podem acontecer durante o dia inteiro e não apenas pela manhã como ocorre normalmente. Às vezes, não raras, pode ser sentida apenas ânsia de vomito.
Outros sintomas a serem observados são tonturas e dores de cabeça que não são muito comuns, mas podem ocorrer e são consideradas normais. Seus seios também podem ficar doloridos, especialmente em volta dos mamilos. Além disso, pode haver uma vontade louca de ir ao banheiro (urinar) a toda hora.
Esses sintomas estão mais relacionados com o início de uma gravidez, quando, principalmente, se percebe que a menstruação está atrasada, caso isso aconteça não beba, não fume e procure um médico.

Quando eu vou começar a sentir minha gravidez?
Isso é muito particular, varia de mulher para mulher. Há aquelas que sabem que estão grávidas dias após o acontecimento. Mas na maioria das vezes não é assim. Generalizando, se percebe a gravidez quando a menstruação atrasa, a partir de três semanas os seios começam a ficar mais sensíveis e depois de quatro semanas enjôos começam a ser sentidos e a freqüência urinária aumenta.

Mudanças nos seios é sinal de gravidez?
Para muitas mulheres sensibilidade e dor nos seios são os primeiros sintomas de gravidez, mas isso não é uma regra, porque têm mulheres que sentem dores e ficam com os seios mais sensíveis quando estão ovulando ou na menstruação. Mas, geralmente, esses sintomas acrescidos de aumento dos seios são sinais claros de gravidez, antes mesmo de testes mais precisos.
O aumento dos seios durante a gravidez é devido à ação dos hormônios. Isso é um bom sinal de que o corpo está se preparando para a amamentação. O escurecimento dos mamilos juntamente com aumento de seu diâmetro também poderá ser notado. Acredita-se que isso ocorra para a melhor focalização do mamilo pelo recém-nascido.
Durante o terceiro mês de gravidez, começa a aparecer o Colostrum, que é um fluído amarelo rico em nutrientes e precede o leite, servindo de alimento do neném nas primeiras horas ou primeiros dias. Algumas mulheres poderão notar um pequeno corrimento de Colostrum nos seus seios que talvez possa vir acompanhado de sangue, mas isso não é motivo para preocupação alguma. No terceiro trimestre os seios continuam a crescer porque agora as bolsas de leite começam também a acordar. O que a futura mamãe pode fazer, e deve, nesse momento é se informar: amamentar é muito importante.

Sentir náusea e enjôos é normal?
Isso é absolutamente normal, mas pode não ocorrer em algumas mulheres. Pesquisas mostram que entre 60% a 80% das mulheres grávidas sofrem de enjôos e náuseas no primeiro trimestre da gravidez, variando as intensidades de mulher para mulher. O fato de se ter esses mal-estares é muito bom para a mulher. Isso significa que o corpo da mulher está sofrendo transformações para tornar o ambiente mais receptível ao feto o que pode diminuir os riscos de um aborto natural.

Quando a barriga começará a aparecer ?
Com seis semanas de gestação a barriga já pode começar a aparecer, especialmente se a mulher for magra. Nesse período o útero ainda está na cavidade pélvica, mas está tomando espaço e os órgãos do abdômen "sobem" conforme o útero vai crescendo. Geralmente na segunda gravidez a barriga passa a ser notada antes. Os músculos do abdômen estão mais relaxados bem como os ligamentos do útero, facilitando o crescimento da barriga. Depois das primeiras seis semanas de gestação muitas de suas roupas vão deixar de servir. Não insista em usá-las porque podem causar desconforto. Use sempre roupas folgadas que não impessam nenhum de seus movimentos.

Iogurte ajuda a diminuir os incômodos da gravidez
O iogurte é uma das melhores opções para enriquecer a nutrição da mulher ao longo da gravidez e durante o período de amamentação, permitindo combater mais facilmente os incômodos habituais na gestação.
Apresentando benefícios a diversos níveis, desde a absorção do cálcio e prevenção da obesidade, à regularização da flora intestinal e ao enriquecimento do leite materno, o iogurte é um dos alimentos fundamentais para uma dieta equilibrada durante a gravidez.

Ajuda a controlar o excesso de peso?
Durante o período de gestação a mulher precisa ter uma alimentação saudável e balanceada. Deve ingerir alimentos de grande densidade nutricional, mas pouco calóricos, sendo a evolução do peso um ótimo indicador da adequação energética da alimentação da futura mãe. Embora a carência de proteínas, vitaminas e minerais aumente substancialmente na mulher grávida, chegando mesmo a duplicar no caso do ferro, tal aumento é bastante inferior no caso das necessidades energéticas. Por ter baixo teor de gordura e alta densidade nutricional, o iogurte é um excelente complemento para as principais refeições, saciando a vontade de comer durante o intervalo entre as refeições.

Ajuda regular a flora intestinal?
A partir do segundo trimestre de gravidez, o trânsito intestinal abranda, face à pressão exercida pelo útero aumentado, à prescrição de ferro e às mudanças hormonais, nomeadamente a diminuição do progesterona.
Uma das formas mais eficazes de prevenir a obstipação reside na ingestão de iogurtes com Bífidus Activo que permitem obter uma melhoria da digestão e do funcionamento do intestino, alterando a flora intestinal de modo a preservar o equilíbrio bacteriano.

Iogurte ajuda na amamentação?
A alimentação na fase final da gestação tem como principal objetivo preparar o corpo para o parto e para a amamentação. Leites fermentados e iogurtes são aconselhados por todos os obstetras, pois possuem atributos nutricionais determinantes para o sucesso da amamentação.

Gravidez e Álcool

Gravidez e álcool são incompatíveis. A utilização de álcool durante a gestação pode causar problemas sérios e, não raras vezes, irreversíveis. Além da má formação dos olhos, dos rins, do esqueleto e dos genitais, os bebês podem apresentar problemas cardíacos. O recém-nascido, que precisa "beber junto" no ventre materno, muitas vezes nasce prematuro, com peso bem abaixo do normal. Tem dificuldade em respirar espontaneamente. Muitos morrem nos primeiros dias após o parto.
A extensão do dano causado pelo álcool está estreitamente relacionada com a duração e quantidade da ingestão de álcool - e, sobretudo, com a capacidade do organismo feminino de digerir o álcool. O tempo e a regularidade de ingestão de álcool aumentam os danos provocados no fígado. Ele demora cada vez mais para digerir o álcool. Como o álcool passa rapidamente para o sangue, o drinque da mãe já atua sobre o bebê após 10 minutos. Mesmo pequenas quantidades de álcool prejudicam o embrião.
Por esse motivo, os filhos de mães que bebem moderadamente sofrem de problemas de concentração e dificuldades comportamentais. O fígado imaturo do feto produz menos enzimas que decompõem o álcool do que o fígado da mulher adulta. Durante a ingestão regular de álcool pela mãe, o órgão ainda imperfeito do feto é completamente sobrecarregado e o efeito devastador do veneno é mais prolongado, continuando ainda quando a gestante voltou a estar sóbria. O abuso de álcool não prejudica apenas o fígado; as conseqüências desse abuso se alastram até o cérebro. Em geral, esse fato não é levado em consideração durante o consumo regular de álcool! Sob a influência do álcool, o desenvolvimento do cérebro em formação fica prejudicado. As circunvoluções cerebrais são menos pronunciadas e numerosas células nervosas ficam atrofiadas. Conseqüentemente, essas células dispõem de uma quantidade menor de sinapses - as conexões tão importantes para a transmissão de impulsos. Uma rede incompleta de neurônios conduz a informações errôneas e reações estranhas. Mais estranhos são os problemas na alimentação, que só são superados através de refeições mínimas durante meses e anos - em casos graves, somente por meio de uma sonda nasal.
Crianças com síndrome do alcoolismo fetal recusam o alimento porque lhes falta a vontade normal de comer. Muitas vezes, comer e beber lhes causa medo e mal-estar. Seu tecido adiposo não é bem desenvolvido e, apesar de muitos cuidados e carinho, baixo peso e altura são regra. Nervosismo inexplicado frente a determinados ruídos, irritabilidade excessiva e receio de qualquer contato físico, hiperatividade, sensação de náusea frente a cheiros comuns, bem como dificuldades na fala são problemas freqüentes.
Gestação e álcool são incompatíveis - não há meio termo. Não existe uma "dose limite" no consumo de álcool. A mulher que deseja ter um filho deve se abster do álcool já antes e durante a concepção.

 
 
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