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Bancos de embriões no Brasil cumprem novas regras
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alterou as normas para as operações de bancos de células e tecidos germinativos (BCTGs) no Brasil. Agora, as clínicas de reprodução assistida devem oferecer mais informações sobre os materiais e as técnicas utilizadas. Os dados sobre os bancos de embriões informados pelas clínicas deverão mostrar detalhes sobre a captação de óvulos e a transferência de embriões para as pacientes.
Todas as informações serão reunidas no SisEmbrio, o banco de dados da Anvisa. O objetivo da mudança é controlar a segurança das coletas nas clínicas de fertilização e nos locais autorizados para manipular embriões. O termo de consentimento assinado pelos pais da paciente que receberá embriões deverá conter mais itens, incluindo os riscos de contaminação por doenças infecciosas durante as técnicas de reprodução assistida.
As novas regras também vão permitir indicadores mais completos sobre as taxas de fertilização e o avanço dos embriões no Brasil. A coleta de óvulos, a fertilização in vitro e o congelamento de tecidos estarão de acordo com os padrões científicos, necessários quando se trata de tecnologias avançadas.













