Hoje os casos que necessitam de preservação de fertilidade estão se amplificando. A criopreservação de óvulos vem sendo pesquisada há 25 anos e apesar da fragilidade do óvulo humano, os resultados atuais autorizam a utilização clínica dessa metodologia com certa margem de segurança. Nos momentos adequados esses óvulos podem ser descongelados, fertilizados e os pré-embriões, transferidos ao útero.
Alguns momentos que a opção de congelamento podem ser utilizadas:

 

- Manter a efetividade reprodutiva da mulher, sem as implicações éticas e religiosas que o armazenamento de pré-embriões pode gerar.

- Garantir a fertilidade de mulheres jovens que desejam postergar a maternidade para após os 35 anos,período em que o potencial reprodutivo diminui consideravelmente.

- Manter a capacidade reprodutiva em pacientes que se submetem a tratamento oncológico, como a quimioterapia e a radioterapia, que muitas vezes ocasionam danos irreversíveis aos ovários.