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Graças às técnicas de Reprodução Assistida, é possível concretizar o desejo de ser mãe após a menopausa, ainda que o óvulo e a gestação não sejam da mulher que quer ter o filho. Mas é possível utilizar os espermatozoides do companheiro, realizar a fertilização in vitro e implantar o embrião em uma mulher receptora que gestará a criança.

Quando um casal decide ter um filho biológico por meio de fecundação natural não imagina ter qualquer problema e começa a tentar. Com o passar do tempo, meses ou anos, percebe a necessidade de buscar ajuda profissional e passe conhecer os inúmeros problemas que podem estar afetando a fertilidade de um ou ambos.

Embora homens sejam, em média, responsáveis por 30 a 40% dos casos de infertilidade no casal, mesmo percentual das mulheres, a maioria considera o assunto um tabu. Por evitarem ir ao médico com a mulher ou procurar um urologista, muitos homens acabam retardando a realização do desejo de ser pai.

Desde que a pílula anticoncepcional foi criada, as mulheres passaram a ter mais controle sobre quando engravidar. De lá para cá, houve uma mudança significativa na sociedade, pois o sexo feminino passou a dividir seu tempo entre a casa, o trabalho e a família. Por isso, a gravidez começou a acontecer cada vez mais tarde.

O diagnóstico precoce da endometriose melhoraria a vida de muitas mulheres. Entretanto, não é o que acontece no Brasil, onde a doença é pouco conhecida, mesmo entre as próprias mulheres. A falta de centros de atendimento especializados em endometriose compromete a busca por diagnóstico preciso e tratamento eficaz.

É muito importante que jovens mulheres pensem na gravidez desde cedo, pois a opção por ser mãe mais tarde requer planejamento. Portanto, se a maternidade está no seu horizonte, preste atenção às dicas que seguem: